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Relatório de Conjuntura Macroeconômica: Brasil

Primeiro trimestre de 2018

Durante o primeiro trimestre de 2018, a taxa de crescimento anual do PIB brasileiro ficou em 1,56%, após uma desaceleração de 0,81 p.p. em comparação com o trimestre anterior. A taxa de crescimento anual da produção industrial também registrou redução em sua taxa de crescimento, situando-se em 3,13%. Em relação ao mercado de trabalho, a taxa de desemprego no primeiro trimestre de 2018 foi de 13,10%, 1,30 p.p. superior à do quarto trimestre de 2017, e a taxa interanual de crescimento do emprego diminuiu, apesar de continuar a apresentar uma taxa positiva de 0,40%. O real brasileiro registrou uma valorização em relação ao dólar, colocando a taxa de câmbio em 3,24 R $ / USD. Finalmente, a inflação atingiu 2,79% após uma redução de 0,03 p.p. em comparação com o trimestre anterior.

Resumo macroeconômico

  • A taxa de crescimento anual do PIB brasileiro experimentou uma desaceleração de 0,81 p.p. no primeiro trimestre do ano em comparação com o trimestre anterior, situando-se em 1,56%. A principal causa desse desempenho foi a queda no crescimento anual do consumo privado, que caiu 0,37 p.p. atingindo 2,90%; e do investimento, que diminuiu 0,02 p.p. registrando um crescimento de 2,79%.
  • A produção industrial cresceu a uma taxa de 3,13% no primeiro trimestre de 2018, o que significou uma desaceleração de 2,20 p.p. em relação à taxa de crescimento registrada no 4T17.
  • Em relação ao mercado de trabalho, a taxa de desemprego situou-se em 13,10% no primeiro trimestre de 2018, o que representou um aumento de 1,30 pp. em comparação com o trimestre anterior. Por outro lado, a taxa de geração de emprego apresentou um crescimento de 0,40% no 1T18, de 0,06 p.p. inferior ao registrado no 4T17.
  • A taxa de câmbio do real foi de 3,24 R $ / USD neste período, o que representou uma valorização de 0,01 R $ / USD em relação ao trimestre anterior.
  • A inflação foi de 2,79% no 1T18, após uma redução de 0,03 p.p. em relação ao trimestre anterior, situando-se no limite inferior do objetivo do Banco Central do Brasil, de 4,50% +/- 2p.p.

Para mais informações, acesse o documento executivo em PDF clicando aqui (também disponível em Espanhol).