Skip to main content

Relatório de Conjuntura Macroeconômica: Brasil

Segundo trimestre de 2017

Durante o segundo trimestre de 2017, a economia brasileira se recuperou da recessão que começou no 2T14, atingindo uma taxa de crescimento interanual de 0,23%, 0,64 p.p. maior que o trimestre anterior. A melhoria no consumo privado e as exportações, juntamente com a desaceleração das importações, explicam essa performance. A produção industrial registou um aumento interanual de 1,13% no 2T17, reduzindo 0,37 p.p. em relação ao 1T17. Por outro lado, a taxa de desemprego interrompe sua tendência ascendente, reduzindo em 0,70 p.p. em relação ao trimestre anterior, até 13%. O real brasileiro se depreciou em relação ao dólar, registrando uma taxa de câmbio de R $ 3,21 / US $. A inflação do Brasil reduziu-se pelo sexto trimestre consecutivo, situando-se em 3,56%.

Resumo macroeconômico

  • No 2T17, o PIB brasileiro atingiu uma taxa de crescimento anual de 0,23%, uma taxa maior em 0,64 p.p. para o trimestre anterior, que é a primeira taxa de crescimento positiva registada desde 2014. A recuperação do crescimento do PIB deve-se à melhoria do consumo e das exportações privadas, juntamente com a desaceleração das importações.
  • A produção industrial, por outro lado, registrou um aumento interanual de 1,13% no 2T17, permanecendo em território positivo após uma desaceleração trimestral de 0,37 p.p.
  • Em relação ao mercado de trabalho brasileiro, a taxa de desemprego interrompeu sua tendência ascendente no 2T17, reduzindo 0,70 p.p. em comparação com o trimestre anterior, até uma taxa de 13%. Da mesma forma, a taxa de crescimento do emprego permanece negativa, registrando um valor de -2,11%, embora com uma leve melhoria de 0,81 p.p. em relação ao 1T17.
  • A taxa de câmbio do real frente ao dólar aumentou em relação ao trimestre anterior, no valor de R $ 3,21 / US $, o que significa uma depreciação de 0,07 reais em relação ao dólar. A depreciação do real em relação ao dólar ocorreu devido à divergência entre as políticas monetárias expansivas e restritivas aplicadas pelo Banco Central do Brasil e pelo Federal Reserve, respectivamente.
  • Em termos de inflação no Brasil, esta é reduzida no 2T17 pelo sexto trimestre consecutivo, reduzindo 1,33 p.p. em comparação com o 1T17 para 3,56%. Esta tendência reflete um menor crescimento nos preços de mercado (serviços, bens industriais e alimentos) e preços regulados, especialmente os preços da gasolina.

Para mais informações, acesse o documento executivo em PDF clicando aqui (também disponível em Espanhol).